Freu explica - Parte II (+18)
Meia hora depois daquela intimação via app para um sexo matinal, chego na morada da minha intimadora. Eu não chegaria à tempo se ainda estivesse no ônibus, pois obviamente desci na primeira estação e chamei um Uber.
Toco a campainha, já pensando em tocar a outra.
O portão automático se abre.
Cumprimento o porteiro, que com um sorriso malicioso, já devia imaginar o motivo da minha visita ali àquela hora da manhã. Tomar um café, é claro!
Chamo o elevador.
Vigésimo quinto andar…
- Que demora! Resmunguei.
Chega notificação no celular:
- Kd vc? Deixei porta aberta, ok? (emoji de um capetinha roxo sorridente)
Tento responder "elevador empatando..." mas a resposta não é enviada por falta de sinal.
A fome por sexo é realmente uma coisa inexplicável...
Meu pequeno guerreiro já estava há quase uma hora de pura rigidez, e a essa altura então, estava com pulsação acima dos 100 bpm e ensopado.
Pelo espelho eu percebo o volume e o quão aquilo estava dando bandeira. Havia uma câmera no elevador e eu não podia arrumar o pacote ali mas ao abrir a porta, ajeitei para uma posição mais confortável.
A porta do apartamento estava semi aberta, havia perfume no ar e música na sala - Tame Impala - identifiquei logo - The Less I Know The Better - a favorita dela. Decoração impecável, quadros, fotografias, plantas e pequenas lembranças de suas viagens pelo mundo. Ela tinha muito bom gosto.
Ouvi-a chamando-me pelo meu nome. Aproximei-me do quarto logo mas antes de entrar, tomei fôlego - para não parecer afobado - e respondi com uma pergunta:
- Demorei?
Ela respondeu:
- Uma eternidade…
Observei-a com um sorriso.
E ela continua:
- Espero que não se importe por ter começado sozinha.
E me mostrou seu brinquedo, nada humilde por sinal.
Meu tesão aumentou quando ela retirou ele de sua buceta, molhado e vibrando.
Fez sinal com o dedo pra eu me aproximar. Não queria esperar mais.
Agarrou minha cabeça com plena agilidade e força, e me lascou um beijo.
Esse gesto fez juz ao seu comunicado de há pouco. Ela realmente havia acordado com tesão e estava faminta.
Antes que eu pudesse tomar qualquer atitude, ela junta suas duas mãos em meus cabelos e força minha cabeça para a região de seus quadris.
Vigésimo quinto andar…
- Que demora! Resmunguei.
Chega notificação no celular:
- Kd vc? Deixei porta aberta, ok? (emoji de um capetinha roxo sorridente)
Tento responder "elevador empatando..." mas a resposta não é enviada por falta de sinal.
A fome por sexo é realmente uma coisa inexplicável...
Meu pequeno guerreiro já estava há quase uma hora de pura rigidez, e a essa altura então, estava com pulsação acima dos 100 bpm e ensopado.
Pelo espelho eu percebo o volume e o quão aquilo estava dando bandeira. Havia uma câmera no elevador e eu não podia arrumar o pacote ali mas ao abrir a porta, ajeitei para uma posição mais confortável.
A porta do apartamento estava semi aberta, havia perfume no ar e música na sala - Tame Impala - identifiquei logo - The Less I Know The Better - a favorita dela. Decoração impecável, quadros, fotografias, plantas e pequenas lembranças de suas viagens pelo mundo. Ela tinha muito bom gosto.
Ouvi-a chamando-me pelo meu nome. Aproximei-me do quarto logo mas antes de entrar, tomei fôlego - para não parecer afobado - e respondi com uma pergunta:
- Demorei?
Ela respondeu:
- Uma eternidade…
Observei-a com um sorriso.
E ela continua:
- Espero que não se importe por ter começado sozinha.
E me mostrou seu brinquedo, nada humilde por sinal.
Meu tesão aumentou quando ela retirou ele de sua buceta, molhado e vibrando.
Fez sinal com o dedo pra eu me aproximar. Não queria esperar mais.
Agarrou minha cabeça com plena agilidade e força, e me lascou um beijo.
Esse gesto fez juz ao seu comunicado de há pouco. Ela realmente havia acordado com tesão e estava faminta.
Antes que eu pudesse tomar qualquer atitude, ela junta suas duas mãos em meus cabelos e força minha cabeça para a região de seus quadris.
Entendi bem o recado.
Estava quente, vermelho e muito molhado. Era uma região que eu conhecia muito bem, porém era instável.
Estava prestes a entrar em erupção, se é que me entende, e esse estado a deixava completamente transtornada.
Não pensei muito. Apenas repousei ali a minha língua.
Ela abriu as pernas para que eu pudesse explorar mais ainda a profundidade daquele solo.
Apertava minha cabeça e gemia.
Eu passava a língua em volta, como uma criança que estivesse limpando um prato de sopa, me lambuzando todo.
Eu beijava, como se estivesse beijando uma boca.
Mordiscava como se estivesse saboreando um doce.
E babava como se estivesse chupando tamarindo, com água na boca.
Ora chupava a buceta, ora chupava o cuzinho que nesse momento também tinha vida própria e piscava num estado alucinado.
Ela adorava.
Eu chupava e ela soltava gemidos lá em cima, eu chupava e ela soltava daqueles gases pela buceta, eu chupava e ela se arrepiava. Ela estava em transe.
Onde será que os pensamentos dela estão agora?
Não importava. Os meus estão em dar prazer a ela. Sou um mero instrumento. Vim para atender o pedido dela.
- Estou à sua disposição, mademoiselle.
Estava quente, vermelho e muito molhado. Era uma região que eu conhecia muito bem, porém era instável.
Estava prestes a entrar em erupção, se é que me entende, e esse estado a deixava completamente transtornada.
Não pensei muito. Apenas repousei ali a minha língua.
Ela abriu as pernas para que eu pudesse explorar mais ainda a profundidade daquele solo.
Apertava minha cabeça e gemia.
Eu passava a língua em volta, como uma criança que estivesse limpando um prato de sopa, me lambuzando todo.
Eu beijava, como se estivesse beijando uma boca.
Mordiscava como se estivesse saboreando um doce.
E babava como se estivesse chupando tamarindo, com água na boca.
Ora chupava a buceta, ora chupava o cuzinho que nesse momento também tinha vida própria e piscava num estado alucinado.
Ela adorava.
Eu chupava e ela soltava gemidos lá em cima, eu chupava e ela soltava daqueles gases pela buceta, eu chupava e ela se arrepiava. Ela estava em transe.
Onde será que os pensamentos dela estão agora?
Não importava. Os meus estão em dar prazer a ela. Sou um mero instrumento. Vim para atender o pedido dela.
- Estou à sua disposição, mademoiselle.
Falei olhando por cima dos pêlos, de baixo para cima, avistei os olhos dela por entre os seios.
- Então não pare! Eu não mandei você parar, mandei? Ela indagou cerrando os dentes.
Eu sabia que ela queria ir além.
- Então não pare! Eu não mandei você parar, mandei? Ela indagou cerrando os dentes.
Eu sabia que ela queria ir além.
Enfiei então dois dedos na buceta, sem parar de passar a língua em seu clítoris (sim, eu sei onde fica… ela me mostrou apenas uma vez...)
Nesse instante ela arqueou seu corpo e começou a rebolar em minha boca. Meus dedos em posição de gancho para cima, massageavam uma região macia porém rugosa, e eu sabia que era um ponto muito sensível dela.
- Covarde!
Gemeu ela.
- Vou gozar…
Deixou escapar.
Eu não queria perder nenhum momento e a observava se contorcer na minha boca enquanto cavalgava na minha língua.
Apertou minha cabeça por alguns segundos com as mãos , tamanha era a força que pensei que ela quisesse me sufocar. E numa violência explosiva me expulsou dali, bem antes de meus dedos ficarem com câimbra, como era de costume.
Enquanto enxugava minha boca, eu a observava se contorcer sozinha ali na camam pois ela odiava que encostassem nela enquanto ela gozava.
Era um ritual dela, era o momento dela. E eu respeitava isso.
Observei ela se desfalecendo...
Nesse instante ela arqueou seu corpo e começou a rebolar em minha boca. Meus dedos em posição de gancho para cima, massageavam uma região macia porém rugosa, e eu sabia que era um ponto muito sensível dela.
- Covarde!
Gemeu ela.
- Vou gozar…
Deixou escapar.
Eu não queria perder nenhum momento e a observava se contorcer na minha boca enquanto cavalgava na minha língua.
Apertou minha cabeça por alguns segundos com as mãos , tamanha era a força que pensei que ela quisesse me sufocar. E numa violência explosiva me expulsou dali, bem antes de meus dedos ficarem com câimbra, como era de costume.
Enquanto enxugava minha boca, eu a observava se contorcer sozinha ali na camam pois ela odiava que encostassem nela enquanto ela gozava.
Era um ritual dela, era o momento dela. E eu respeitava isso.
Observei ela se desfalecendo...
Lambi meus dedos e me levantei; fechei a persiana, a porta e a barguilha.
Chamei outro Uber e o elevador.
- Droga!
São oito e quarenta e cinco. Minha chefe vai me matar...
Rich & Hard
Picture from Videoclip "The Less I Know The Better" by Tame Impala song

Comentários
Postar um comentário