O segredo das escadas (+18)






Ela me atiçara a noite inteira com joguinhos de expressões mais safados que um rosto poderia assumir. Sussurrou em meus ouvidos palavras mais quentes e explícitas que aquela boca já havia pronunciado para mim alguma vez na vida.
Segurei a onda. 
Esse tipo de situação abala meu emocional. Mas me mantive calmo e fingi estar interessado naquela festa da firma.

Já lá pelas tantas horas da madrugada, eu mal acionei o controle para abrir o portão do condomínio, num golpe certeiro ela abocanha o meu pau.
Tirou-o todo pra fora de minha calça, e com agilidade e força, sugou-o com vontade.

O carro deslizava rampa abaixo assim como sua língua deslizava pelo topo da cabeça, acima da velocidade esperada.
Sua boca estava muito quente e molhada...nossa... mas eu precisava me concentrar para manobrar ali.
Entramos no estacionamento como se estivessemos em fuga.

Se tem uma coisa que homem não consegue fazer bem ou fazer direito, é ter que se concentrar em duas coisas ao mesmo tempo. Ou eu mantinha o foco no volante, nos pilares e nos outros carros, ou eu sentia aquela boca me engolindo.

Soltei um "Você ficou maluca?", meio surpreso com aquele assalto em que fui surpreendido.

Ela apenas me olhou de baixo pra cima, e sorriu com os olhos, com meu pau todo dentro de sua boca.
Tirou-o pra fora, apertou com tamanha força e bateu com ele na própria cara, soltando um gemido que ecoou por todo o estacionamento.

- Shiuuu! Alguém pode nos ouvir! Exclamei. Ela deu de ombros e prosseguiu.

MInha repreensão fez com que ela me atacasse com mais fúria ainda.
Com mais fome...

Meus 20 centímetros já não eram mais suficientes para aquela boca, que agora nem era tão pequena quanto eu lembrava que fosse. E a espessura dele já nem era tão significante assim. Eu que me gabava de ter um membro avantajado, graças a herança de meus ancestrais africanos, agora sentia que aqueles emails recebidos na caixa de spam de "exercícios para aumento peniano" já não eram de todo, uma grande bobagem.

Enquanto me engolia e o meu pau já ultrapassava a linha da sua amígdala, sua língua alcançava o meu saco.
Uma habilidade de poucas. Para minha sorte.
Sua mão esquerda massageava minhas bolas garantindo que toda aquela baba lubrificasse-as.

Era um Sr. saco, depilado e cheiroso, eu me gabei; e agora molhado e todo amassado tentando entrar naquela boca, empurrado por sua mão.
Isso gerava uma certa dificuldade na respiração dela, toda nasal, que a fazia engasgar em alguns momentos.
Isso também fazia parte do seu show.

Eu deslizava meus dedos por seus cabelos, no intuito de apreciar o seu rosto, já enrubescido pela atividade física e pelo calor tomado no interior do veículo.

Ela era profissional, eu tinha que reconhecer isso.
Quantos paus já haviam fodido aquela boca? Comecei a me indagar.
E isso me excitava mais ainda.
Só de imaginar que ela havia praticado tanto a ponto de me proporcionar aquele momento... Será que ela já havia chupado mais de cem cacetes? Uns duzentos, talvez? Talvez tivesse chupado um só, porém muitas vezes...

Meus devaneios foram interceptados por um impulso violento e involuntário de minhas pernas sinalizando que meu pau estava prestes a explodir.
Ela entendeu a situação e retirou ele da boca. Começou a me masturbar com a direita enquanto permanecia com a língua sobre a ponta de meu pau e a mão esquerda apertando minhas bolas.

Ela me olhava profundamente.
Não dizia nada. Apenas me engolia com os olhos.

As luzes do estacionamento se apagaram automaticamente. Mesmo assim, aquilo não a impediu de prosseguir com sua tarefa.
Não enxergávamos um palmo à nossa frente, mas podia sentir tudo. Resolvi acender a lâmpada interna do carro porque não queria perder aquele espetáculo.

As vezes ela dava pequenos e curtos beijos na glande. As vezes sugava-o, mas sem parar de me masturbar, cada vez mais rápido e com mais força.
Segurei sua cabeça com as duas mãos, apertando de leve porém firme e olhei em seus olhos com que suplicando por seu consentimento.

Ela traduziu instantaneamente a minha mensagem e me retornou o olhar exigindo com a voz firme:
- Goza na minha boca, agora!

Foi a senha que eu precisava para liberar todo aquele tesão direto em sua língua.
O líquido era quente e viscoso, certeiro e preciso, quase não dando tempo dela se preparar para aquela explosão.

Era um volume muito grande de porra que jorrou para dentro daquela boca que de tanta sede, não desperdiçou uma gota sequer.
Antes que eu finalizasse por completo, abocanhou meu pau novamente até que ele desse o seu último suspiro e perdesse mais da metade de seu volume dentro de sua boca.

Retirou de lá, limpo e seco.
Um trabalho primoroso.
Coisa de profissional.

Ela me olhou, orgulhosa de ter derrubado aquele guerreiro sem muito esforço, e com um sorriso no canto da boca, disse:
-Vamos para as escadas, rápido!
- Agora é a sua vez de sentir o meu gosto. E se fizer direitinho, subiremos para o meu apartamento e lá, você poderá ter o seu prêmio.

...

Ah se essas escadas falassem…

Rich & Hard

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