Carrasca no trabalho, submissa no sexo (+18)

Já tarde da noite, após todos se retirarem das suas estações de trabalho daquele cubículo que chamam de departamento de call center, encerro minha última chamada do dia.
Desligo os equipamentos agindo completamente no modo automático, quase como um robô, de tanto repetir as mesmas ações naqueles 6 meses em que assinei minha sentença de prisão quase perpétua.
Sim, era desse modo que me sentia, um prisioneiro, ou melhor, um escravo daquela empresa.
Nada acontecia de novo naquele local, nunca!
Eram sempre as mesmas reclamações dos clientes que ligavam já irritados com seus problemas técnicos, de erros nas suas faturas, e as vezes de problemas que nem eram de nossa alçada.
Porém o que me ocorreu nesse dia, foi algo realmente surpreendente pois nem eu mesmo acreditaria se me contassem essa história para o meu eu do passado. Espero não esquecer de nenhum detalhe na medida que for narrando-lhes os fatos.
A minha chefe faz aquele tipo de mulher carrasca, que não passa pano pra ninguém, não dá bom dia e não distribui sorrisos gratuitos. Durante o expediente, sequer toca em assunto que não esteja relacionado ao trabalho. Como diziam os antigos, ela era “caxias”. Super focada nos números, nas metas e no desempenho da equipe. Gostava de gritar com seus subordinados - como gostava - e era esse o único momento em que percebia-se micro expressões faciais de prazer em seu semblante.
E eu admirava aquilo com tal força que eu me excitava.
Desligo os equipamentos agindo completamente no modo automático, quase como um robô, de tanto repetir as mesmas ações naqueles 6 meses em que assinei minha sentença de prisão quase perpétua.
Sim, era desse modo que me sentia, um prisioneiro, ou melhor, um escravo daquela empresa.
Nada acontecia de novo naquele local, nunca!
Eram sempre as mesmas reclamações dos clientes que ligavam já irritados com seus problemas técnicos, de erros nas suas faturas, e as vezes de problemas que nem eram de nossa alçada.
Porém o que me ocorreu nesse dia, foi algo realmente surpreendente pois nem eu mesmo acreditaria se me contassem essa história para o meu eu do passado. Espero não esquecer de nenhum detalhe na medida que for narrando-lhes os fatos.
A minha chefe faz aquele tipo de mulher carrasca, que não passa pano pra ninguém, não dá bom dia e não distribui sorrisos gratuitos. Durante o expediente, sequer toca em assunto que não esteja relacionado ao trabalho. Como diziam os antigos, ela era “caxias”. Super focada nos números, nas metas e no desempenho da equipe. Gostava de gritar com seus subordinados - como gostava - e era esse o único momento em que percebia-se micro expressões faciais de prazer em seu semblante.
E eu admirava aquilo com tal força que eu me excitava.
Juro!
Apesar do respeito e um pouco de medo, confesso que eu sentia muito tesão naquela mulher.
Joana possuía a altura um pouco acima da média, imponente, queixo erguido, olhar penetrante, uma boca carnuda, dentes sempre cerrados, vaidosa, roupas impecáveis e aquele perfume inebriante.
Sua postura e seus movimentos rígidos típicos de um militar, ahhhhh como ela me instigava!
Talvez fosse realmente preciso para lidar com aquele bando de jovens indisciplinados, talvez…
Apaguei as luzes e peguei meu cartão de ponto para inserir na máquina e registrar a minha saída.
Ao me aproximar do equipamento ao fim do corredor, percebo que a luz do vestiário feminino estava acesa.
Ouço uma voz feminina.
Apesar do respeito e um pouco de medo, confesso que eu sentia muito tesão naquela mulher.
Joana possuía a altura um pouco acima da média, imponente, queixo erguido, olhar penetrante, uma boca carnuda, dentes sempre cerrados, vaidosa, roupas impecáveis e aquele perfume inebriante.
Sua postura e seus movimentos rígidos típicos de um militar, ahhhhh como ela me instigava!
Talvez fosse realmente preciso para lidar com aquele bando de jovens indisciplinados, talvez…
Apaguei as luzes e peguei meu cartão de ponto para inserir na máquina e registrar a minha saída.
Ao me aproximar do equipamento ao fim do corredor, percebo que a luz do vestiário feminino estava acesa.
Ouço uma voz feminina.
Era a da minha chefe que falava irritada com alguém ao telefone. Parecia uma discussão de relacionamentos, porém, como não gosto de me intrometer em assuntos alheios, bato o meu ponto e guardo o cartão enquanto aguardo a máquina lançar o registro na impressão.
O eco do barulho da máquina foi enorme em virtude daquele silêncio mórbido, coisa rara naquele lugar, o que fez minha chefe se calar por uns segundos. Eu também me calei. Ela pergunta:
- Quem está aí?
Eu permaneço calado. Não queria que ela soubesse que eu estava ali pois poderia desconfiar que eu estava ali ouvindo a sua conversa.
- Quem está aí? Joana perguntou mais uma vez.
Eu não gostava daquele emprego mas não queria ser demitido naquele momento, nem daquele jeito, então pensei milhões de vezes antes de respondê-la:
- Setor C, Baia 25, finalizando meus procedimentos do dia, senhora.
Respondi, quase que já me desculpando.
Eu me tremia todo, não queria que ela descontasse toda sua fúria em mim, seja lá por qual fosse o motivo.
Ela então surge na porta e me analisa dos pés à cabeça, ainda com o celular no ouvido, sem esboçar nenhuma expressão de contentamento, pelo contrário, imaginei-a soltando raios pelos olhos e meu corpo se desintegrando com aquele olhar.
- Você não ouviu nada! Tá me entendendo?
Acenei afirmativamente com a cabeça.
- Ótimo! Você é um bom funcionário…
Eu não esperava por aquele reconhecimento não.
O eco do barulho da máquina foi enorme em virtude daquele silêncio mórbido, coisa rara naquele lugar, o que fez minha chefe se calar por uns segundos. Eu também me calei. Ela pergunta:
- Quem está aí?
Eu permaneço calado. Não queria que ela soubesse que eu estava ali pois poderia desconfiar que eu estava ali ouvindo a sua conversa.
- Quem está aí? Joana perguntou mais uma vez.
Eu não gostava daquele emprego mas não queria ser demitido naquele momento, nem daquele jeito, então pensei milhões de vezes antes de respondê-la:
- Setor C, Baia 25, finalizando meus procedimentos do dia, senhora.
Respondi, quase que já me desculpando.
Eu me tremia todo, não queria que ela descontasse toda sua fúria em mim, seja lá por qual fosse o motivo.
Ela então surge na porta e me analisa dos pés à cabeça, ainda com o celular no ouvido, sem esboçar nenhuma expressão de contentamento, pelo contrário, imaginei-a soltando raios pelos olhos e meu corpo se desintegrando com aquele olhar.
- Você não ouviu nada! Tá me entendendo?
Acenei afirmativamente com a cabeça.
- Ótimo! Você é um bom funcionário…
Eu não esperava por aquele reconhecimento não.
Ainda mais vindo dela... mas fiquei feliz e ruborizei.
Agradeci, e já ia me despedindo quando ela deu prosseguimento:
- …Mas se puder guardar um segredo e me ajudar com um trabalho extra prometo que não irá se arrepender…
E me fitou com um olhar que eu nunca em minha vida havia visto, um olhar de quem irá matar, mas não com um tiro, e sim, de prazer.
Estaria eu enlouquecendo? A Senhora “Joaneral” como era conhecida nos bastidores, a mais temida do departamento, estava me flertando ou era uma alucinação minha?
Ela percebeu a minha confusão mental e meu raciocínio lento e avançou até mim e num golpe rápido, pegou no colarinho da minha camisa como uma das mãos e me puxou pra junto dela me lascando um beijo de língua, enquanto a outra mão agarrou meu pacote, que nesse momento já se encontrava em estado de despertamento.
Eu confesso que sempre sonhei com esse momento em minhas punhetas no banheiro da empresa durante meus micro intervalos. As minhas mais sórdidas fantasias sexuais com a minha chefe estavam sendo realizadas naquele momento e eu jamais esperaria por isso em vida, não nessa vida pelo menos.
Ela soltou-se de meus lábios e sussurrou em meus ouvidos:
- Você não acha que sei que você me deseja?
- Eu vejo o modo como você me encara toda vez que passo por você. Sei que você se masturba pensando em mim pois já o segui e só não o demiti por isso pois você me deixou muito excitada (ênfase no “muito”).
Ela me puxou pelo braço e fomos para sua sala, um pouco mais reservado que aquele vestiário. Ofegante, como se temesse um possível arrependimento do que estaria prestes a fazer, foi retirando a roupa com pressa e exigindo que eu fizesse o mesmo.
Naquele momento, tomei um ar de coragem e enfrentei minha algoz, segurei-a pelos cabelos, sem violência, porém firme e disse à ela:
- Nesse território aqui quem manda sou eu! Você fará tudo que eu ordenar e caladinha. Você me entendeu, sua vadia?
Encarei-a, olho no olho. Ela encarou de volta.
Em câmera lenta, nessa hora a minha ficha caiu. Meu Deus! O que eu tinha acabado de fazer? Eu repetia isso na minha mente. Segundos se tornaram uma eternidade e, para a minha surpresa, ela não demonstrou resistência e se jogou nos meus braços como quem estivesse cansada de interpretar um papel que não era dela.
Subiu na mesa e mordendo os lábios disse:
- O que você deseja fazer comigo, meu amo?
Eu a encarei novamente e mirei meu pau para sua boca que sem hesitar, começou a devorá-lo. Joana possuía uma habilidade e uma violência no trato com o meu guerreiro, ao mesmo tempo que demonstrava cuidado para não me machucar. Ela lambia desde as bolas até a cabeça, sempre olhando para mim. Cuspia nele e voltava a chupá-lo.
Eu segurava seus cabelos e lhe dava tapas enquanto dizia algumas maldades para ela:
- Você vai me obedecer daqui em diante, tá me entendendo?
- Quem é que manda aqui, sua cachorra?
- No trabalho você quer me foder não é? Mas quem tá fodendo quem aqui agora?
Ela chupava e babava no meu pau, deixando ele sequinho logo em seguida, sugando cada gota.
Joguei-a de costas naquela mesa e abrindo as suas pernas, comecei a lamber seu cu delicioso, apertadinho, pelo visto, ainda virgem.
Desci minha língua por entre suas pernas e voltei subindo e lambendo sua buceta que já estava muito molhada. Ela tinha cor de fogo e ardia, não sei se essa impressão era por causa da dilatação dos vasos sanguíneos ou se era por causa dos parços pêlos numa moitinha muito bem desenhado em formato triangular.
O gosto era doce, quente e o caldo era espesso, uma liga que escorria por entre suas coxas.
Com as duas mãos cravadas em sua bunda ao mesmo tempo que meus dedões abria sua buceta, eu enfiava a lingua com vontade e explorava toda aquela região. Eu sugava, dava beijos, brincava com o clitóris, enfiava novamente. Ela gemia gostoso segurando com força aquela mesa enquanto forçava seu corpo contra o meu rosto. Eu ficaria assim por horas.
Quando ela gozou gostoso na minha língua e se desmontou sobre a mesa, eu disse:
- Agora é a minha vez de gozar, sua safada!
Dei um tapa naquela bunda que estampou uma silhueta avermelhada e bem definida de minha mão.
- …Mas se puder guardar um segredo e me ajudar com um trabalho extra prometo que não irá se arrepender…
E me fitou com um olhar que eu nunca em minha vida havia visto, um olhar de quem irá matar, mas não com um tiro, e sim, de prazer.
Estaria eu enlouquecendo? A Senhora “Joaneral” como era conhecida nos bastidores, a mais temida do departamento, estava me flertando ou era uma alucinação minha?
Ela percebeu a minha confusão mental e meu raciocínio lento e avançou até mim e num golpe rápido, pegou no colarinho da minha camisa como uma das mãos e me puxou pra junto dela me lascando um beijo de língua, enquanto a outra mão agarrou meu pacote, que nesse momento já se encontrava em estado de despertamento.
Eu confesso que sempre sonhei com esse momento em minhas punhetas no banheiro da empresa durante meus micro intervalos. As minhas mais sórdidas fantasias sexuais com a minha chefe estavam sendo realizadas naquele momento e eu jamais esperaria por isso em vida, não nessa vida pelo menos.
Ela soltou-se de meus lábios e sussurrou em meus ouvidos:
- Você não acha que sei que você me deseja?
- Eu vejo o modo como você me encara toda vez que passo por você. Sei que você se masturba pensando em mim pois já o segui e só não o demiti por isso pois você me deixou muito excitada (ênfase no “muito”).
Ela me puxou pelo braço e fomos para sua sala, um pouco mais reservado que aquele vestiário. Ofegante, como se temesse um possível arrependimento do que estaria prestes a fazer, foi retirando a roupa com pressa e exigindo que eu fizesse o mesmo.
Naquele momento, tomei um ar de coragem e enfrentei minha algoz, segurei-a pelos cabelos, sem violência, porém firme e disse à ela:
- Nesse território aqui quem manda sou eu! Você fará tudo que eu ordenar e caladinha. Você me entendeu, sua vadia?
Encarei-a, olho no olho. Ela encarou de volta.
Em câmera lenta, nessa hora a minha ficha caiu. Meu Deus! O que eu tinha acabado de fazer? Eu repetia isso na minha mente. Segundos se tornaram uma eternidade e, para a minha surpresa, ela não demonstrou resistência e se jogou nos meus braços como quem estivesse cansada de interpretar um papel que não era dela.
Subiu na mesa e mordendo os lábios disse:
- O que você deseja fazer comigo, meu amo?
Eu a encarei novamente e mirei meu pau para sua boca que sem hesitar, começou a devorá-lo. Joana possuía uma habilidade e uma violência no trato com o meu guerreiro, ao mesmo tempo que demonstrava cuidado para não me machucar. Ela lambia desde as bolas até a cabeça, sempre olhando para mim. Cuspia nele e voltava a chupá-lo.
Eu segurava seus cabelos e lhe dava tapas enquanto dizia algumas maldades para ela:
- Você vai me obedecer daqui em diante, tá me entendendo?
- Quem é que manda aqui, sua cachorra?
- No trabalho você quer me foder não é? Mas quem tá fodendo quem aqui agora?
Ela chupava e babava no meu pau, deixando ele sequinho logo em seguida, sugando cada gota.
Joguei-a de costas naquela mesa e abrindo as suas pernas, comecei a lamber seu cu delicioso, apertadinho, pelo visto, ainda virgem.
Desci minha língua por entre suas pernas e voltei subindo e lambendo sua buceta que já estava muito molhada. Ela tinha cor de fogo e ardia, não sei se essa impressão era por causa da dilatação dos vasos sanguíneos ou se era por causa dos parços pêlos numa moitinha muito bem desenhado em formato triangular.
O gosto era doce, quente e o caldo era espesso, uma liga que escorria por entre suas coxas.
Com as duas mãos cravadas em sua bunda ao mesmo tempo que meus dedões abria sua buceta, eu enfiava a lingua com vontade e explorava toda aquela região. Eu sugava, dava beijos, brincava com o clitóris, enfiava novamente. Ela gemia gostoso segurando com força aquela mesa enquanto forçava seu corpo contra o meu rosto. Eu ficaria assim por horas.
Quando ela gozou gostoso na minha língua e se desmontou sobre a mesa, eu disse:
- Agora é a minha vez de gozar, sua safada!
Dei um tapa naquela bunda que estampou uma silhueta avermelhada e bem definida de minha mão.
Joana deu uma leve arqueada e respondeu:
- Faça o que você quiser fazer…
e gemeu novamente enquanto eu enfiava o meu pau naquela cavidade quente, molhada e deliciosa.
Eu segurei firme aquela cintura enquanto seguia num ritmo de vai e vem bem gostoso.
Reforço que eu jamais poderia imaginar que comeria minha chefe e por um segundo achei que aquilo fosse um sonho. Dei outro tapa em sua bunda pra me certificar.
- Ui!
Ecoou por todo andar aquele gritinho agudo de Joana.
Puxei seus cabelos e ela então se levantou enquanto meu pau continuava a trabalhar, chupei seu pescoço e depois sua orelha, e com a outra mão, eu massageava um de seus lindos seios.
O tesão aliado ao medo de sermos pegos por algum colega de trabalho tornava aquele dança ainda mais prazerosa e a nossa coreografia totalmente em sintonia, era um espetáculo freestyle à parte.
Peguei-a no colo e encostei na parede sem interromper a foda delicia em que estávamos. Ela agarrou no meu pescoço e me beijava com muita expressividade. Ela estava completamente entregue.
Eu chupava aquele pescoço e ela balbuciava palavras sem sentido. Soltei um urro quando ela cravou as unhas em minhas costas. Meu tesão se elevou e eu senti que não aguentaria por muito mais tempo. Então sussurrei em seu ouvido:
- Ordeno que você se ajoelhe e se prepare para receber meu leitinho. Vou gozar na sua boca, sua safada!
Ela obedientemente desceu da mesa e se colocou no chão como uma cachorrinha adestrada. Ela se ajoelhou, olhou para mim já abrindo a boca e com agilidade, jorrei aquele mel, de um tesão acumulado que eu tinha por aquela maravilhosa mulher, num jato forte e certeiro diretamente na sua boca, cara e peitos. Era tanta porra que eu nem sabia que era possível um ser humano produzir tanto sêmen.
Joana engoliu cada gota de meu esperma e fez questão de sugar o restinho que poderia existir em meu pau. Passou aquela peça de carne em seus lindos peitos e ficou me encarando durante alguns minutos enquanto se recuperava daquela atividade intensa.
Toda raiva que Joana havia me feito passar, ou toda humilhação na frente dos meus colegas de trabalho, ou todo stress daquele trabalho maldito, eu havia esquecido naquele momento. No final valeu muito a pena.
Olhei por cima de seu ombro e vi o monitor da câmera de segurança com todas aquelas janelas, inclusive a cena da sala na qual estávamos. Pensei: Putz! Deu merda!
Ela disse para eu não me preocupar pois ela era a responsável pelo monitoramento de video e era ela mesma quem fazia os backups dos semanalmente. Prometeu guardar com muito carinho o vídeo do nosso sexo selvagem, porem com uma condição, que eu repetisse aquele papel de carrasco com ela mais vezes.
- Faça o que você quiser fazer…
e gemeu novamente enquanto eu enfiava o meu pau naquela cavidade quente, molhada e deliciosa.
Eu segurei firme aquela cintura enquanto seguia num ritmo de vai e vem bem gostoso.
Reforço que eu jamais poderia imaginar que comeria minha chefe e por um segundo achei que aquilo fosse um sonho. Dei outro tapa em sua bunda pra me certificar.
- Ui!
Ecoou por todo andar aquele gritinho agudo de Joana.
Puxei seus cabelos e ela então se levantou enquanto meu pau continuava a trabalhar, chupei seu pescoço e depois sua orelha, e com a outra mão, eu massageava um de seus lindos seios.
O tesão aliado ao medo de sermos pegos por algum colega de trabalho tornava aquele dança ainda mais prazerosa e a nossa coreografia totalmente em sintonia, era um espetáculo freestyle à parte.
Peguei-a no colo e encostei na parede sem interromper a foda delicia em que estávamos. Ela agarrou no meu pescoço e me beijava com muita expressividade. Ela estava completamente entregue.
Eu chupava aquele pescoço e ela balbuciava palavras sem sentido. Soltei um urro quando ela cravou as unhas em minhas costas. Meu tesão se elevou e eu senti que não aguentaria por muito mais tempo. Então sussurrei em seu ouvido:
- Ordeno que você se ajoelhe e se prepare para receber meu leitinho. Vou gozar na sua boca, sua safada!
Ela obedientemente desceu da mesa e se colocou no chão como uma cachorrinha adestrada. Ela se ajoelhou, olhou para mim já abrindo a boca e com agilidade, jorrei aquele mel, de um tesão acumulado que eu tinha por aquela maravilhosa mulher, num jato forte e certeiro diretamente na sua boca, cara e peitos. Era tanta porra que eu nem sabia que era possível um ser humano produzir tanto sêmen.
Joana engoliu cada gota de meu esperma e fez questão de sugar o restinho que poderia existir em meu pau. Passou aquela peça de carne em seus lindos peitos e ficou me encarando durante alguns minutos enquanto se recuperava daquela atividade intensa.
Toda raiva que Joana havia me feito passar, ou toda humilhação na frente dos meus colegas de trabalho, ou todo stress daquele trabalho maldito, eu havia esquecido naquele momento. No final valeu muito a pena.
Olhei por cima de seu ombro e vi o monitor da câmera de segurança com todas aquelas janelas, inclusive a cena da sala na qual estávamos. Pensei: Putz! Deu merda!
Ela disse para eu não me preocupar pois ela era a responsável pelo monitoramento de video e era ela mesma quem fazia os backups dos semanalmente. Prometeu guardar com muito carinho o vídeo do nosso sexo selvagem, porem com uma condição, que eu repetisse aquele papel de carrasco com ela mais vezes.
Rich & Hard
Photo by Brooke Lark on Unsplash
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