Apenas um Sonho (+18)

 




Você alguma vez já foi ao cinema, chegou um pouco atrasado, o filme já tinha começado e você continuou ali, assistindo meio perdido até entender direito o que estava acontecendo?

As vezes meus sonhos são assim, nem sei bem como começam e as histórias se desenrolam assim mesmo, meio sem pé nem cabeça...

A porta do apartamento se abriu e uma garota me recebeu com um sorriso que desarmaria qualquer um. Ela com aquele jeito tímido porém impecável nos movimentos, como os de uma bailarina. O olhar, cativante e fulminante, como os de uma leoa. O perfume claro, viciante, como de um campo florido e por fim aquele cumprimento sutil que denunciou toda e qualquer atitude posterior àquele beijo na bochecha quase tocando o canto dos lábios. Ela não estava para brincadeira e eu não tinha a intenção de recuar, logo o match foi alcançado com sucesso.
Adentrei-me e fui convidado a me sentar.

- Aceita uma bebida? ela disse
- Whisky por favor! Sem gelo. Respondi ligeiro.

Ela se afasta até o bar no final da sala enquanto vou conferir a vista da cidade dali do 25°. A noite estava muito linda, céu limpo e estrelado. Já não sabia se o calor que eu estava sentindo era do ambiente ou se eram os sinais do meu corpo, já que eu transpirava cascatas, mas era tarde para pedir pedras de gelo para minha bebida pois ela já estava bem atrás de mim com os copos.

- Vamos brindar a quê? Indagou me.
- À esse momento. Porque não? lancei um sorriso mal intencionado.

Ela virou o copo e num único gole lá se foi todo o destilado.
Eu também dei um gole seco, e sem delongas, já coloquei o copo de lado, passei um dos braços pela cintura dela, segurei seu rosto com firmeza e dei-lhe um beijo, um longo e demorado beijo, e como era de se esperar, também quente. Ela apenas se entregou ao momento e devolveu-me o beijo. Não sei se foi no reflexo, puro instinto ou se foi premeditado. Não importa! O fato é que eu corri minhas mãos pelo seu corpo naquele vestido preto colado e levantei-o, retirando-o todo. Ela usava uma lingerie, também preta, com meia e cinta-liga, aquele combo perfeito para quem quer ignorar todas as leis. Ela estava decidida a me derrubar naquela noite, pois ela estava usando todas as armas que tinha até então.

Será que haveria espaço para mais alguma carta na manga?
De qualquer modo, eu não resistiria por muito tempo, não com aquela receptividade cinco estrelas da qual eu estava me fartando.
Beijei o pescoço dela que estava muito exposto, não por descuido claro, e ouvi um gemido longo e profundo seguido de um arrepio no corpo todo, como bem observei os pêlos todos eriçados de seu braço, barriga, pernas...
Delicadamente ela se permitiu abrir um pouco mais aquele belo par das mais belas pernas já avistadas pelo ser humano e aproveitei para tocá-la pelas coxas deslizando até à virilha, bem devagar, sem pressa alguma, já que ambos estávamos ali aproveitando o momento e não iríamos à lugar algum, talvez para o paraíso.

Percebi meus dedos queimando ao puxar a calcinha para o lado e introduzi-los em sua buceta, que já estava muito encharcada a esta altura.
Chupei um dos dedos e ofereci o outro a ela. Ambos sabíamos agora exatamente o gosto que tinha aquele pecado e confesso que ao me recordar desse trecho do sonho, fiquei de pau duro enquanto escrevia essas linhas.

- Foco garoto! Digo a mim mesmo.

Dois dedos dentro dela e eu mordendo sua orelha, ouvindo seus gemidos, quase que um sussurro, e o barulho do líquido viscoso que escorria por entre as pernas dela, enquanto eu movimentava com certa velocidade e intensidade o indo e vindo mais apertado e escorregadio possível.
As mãos dela arranhavam minhas costas e ela já não gemia normalmente, agora ela estava em estado de transe e suas palavras de ordem eram “Me fode gostoso, seu cachorro”, e eu estava ali para atender o seu pedido, obviamente.

Eu me afastei dela e sentei no sofá, ela se ajoelhou e com certa agilidade, retirou a minha calça e começou a beijar minhas coxas até chegar na cueca. Ela olhou para mim como quem aguarda uma permissão para a próxima etapa. Eu apenas assenti com a cabeça e ela começou a beijar meu pau por baixo da cueca e então ela a retirou vorazmente.
Meu pau não era o prêmio da noite ou o presente mais aguardado, mas era a conquista dela.
Ela sabia que teria aquilo e por isso não poupou trabalho algum de caprichar em toda aquela alegoria. Ela era a viúva-negra e eu havia caído em sua teia.

- Foda-se!
Quero mais é ser usado mesmo, pensei.

E ela me chupou muito, com vontade, com força, com violência, com precisão cirúrgica. Uma coisa é ter uma mulher lhe chupando o pau, outra coisa é ter uma mulher com muita vontade de chupar o teu pau. A diferença, meus amigos, é gritante...

Uma vez ouvi que toda mulher é safada e psicopata na cama, mas que ela precisa encontrar a pessoa certa que ativará esse lado oculto e misterioso delas. Gosto de pensar que talvez eu seja esse tipo de homem, ou que talvez eu esteja perto disso...

Eu disse a ela: - Minha vez!

E fui colocando ela na posição de quatro, uma das minhas favoritas e chupei-a de baixo pra cima, a buceta e o cuzinho, sugando todo aquele melado enquanto ela rebolava na minha cara e se contorcia de tesão no sofá.
Talvez fosse melhor ir para o quarto, já que tínhamos todo o tempo do mundo, mas ao mesmo tempo, não tínhamos tempo a perder. E foi ali mesmo que abri um pouco mais a buceta dela com os polegares e comecei a comer aquela buceta vulcânica. Com força, desde o início, profundo e rápido.
Ela gritava:
- Me fode,desgraçado!
- Mmmmmmmmm Seu gostoso!
- Aff Adoro teu pau dentro de mim…
- Isso, tá do jeito que eu gosto...
- Não pára não pára! Hoje eu quero gozar…
- ...mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Não me recordo direito o que ela falava, só me recordo dela se contorcendo no sofá, tendo uma pequena “convulsão” onde eu não podia tocar ela pois estava curtindo o momento, só dela.
Fiquei ali, a observando, enquanto me masturbava lentamente para não perder aquela sensação gostosa e garantindo que o pau continuasse firme para prosseguirmos após o primeiro orgasmo dela.

Ela olhou para ele e disse “Quero leite na boquinha” e apontou para a boca, já aberta e engolindo ele até o saco.
Não saberia dizer qual era mais gostoso, se foder a buceta dela ou se foder a boca pois ambas eram muito quentes e ambas sabiam perfeitamente como me proporcionar prazer.
E meu pau então explodiu e lançou um jato de porra pra dentro da garganta dela, que não desperdiçou nenhuma gota sequer.
Acordei “animado” e melado, pronto para a minha punheta matinal. Já que é exatamente isso o que temos para esse momento.


Rich & Hard

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